Indoor

Confederação aposta no projeto Mini-Handebol CBHb

Publicado em: 16/04/2019 00:00

Por: Patricia.lima

 

[Da Redação] Na última quinta-feira, 11, a coordenadora geral das categorias de base, Lucila Vianna, se reuniu com os coordenadores pedagógicos Diego Abreu e José Mário Pereira na sede da Confederação a fim de consolidar o projeto: Mini-Handebol CBHb. Na reunião, algumas datas foram decididas como as conclusões burocráticas das regiões que receberão os núcleos e em julho, as inaugurações dos núcleos.

 

Estamos em processo de renovação. Não uma renovação de núcleos como sempre foi feita, mas uma renovação geral. Reestruturar essa joia valiosa. Hoje com os dois coordenadores pedagógicos juntos para trabalhar, me faz ver que o mini só tem a crescer e virar um diferencial para a CBHb e com muita visibilidade para os nossos pequenos futuro jogadores”, comenta Lucila Vianna.

 

Mestre em Gestão e Políticas Públicas Educacionais e autor do livro “Teoria e Prática do Mini-Handebol” (2017), Diego Abreu integra a nova equipe do Mini-Hand e explica que o projeto é um novo conceito filosófico e pedagógico do antigo projeto Mini-hand. Segundo ele, capacitar professores, inaugurar núcleos em diferentes regiões e fomentar o mini-handebol no Brasil são as três questões principais.

 

Além do objetivo de transformar o Mini em projeto de interesse nacional para modificar a concepção do esporte, os núcleos serão subsidiados em material e suporte pedagógico e estratégico em cada região no Brasil. Com experiências e trocas de informações/ações bem próximas da EHF, para Diego, o projeto tem uma vantagem e um suporte significativos.

 

Um dos objetivos é criar um olhar cuidadoso por parte dos professores selecionados para ‘ensinar bem e ensinar todos’, pois assim temos certeza que não só a questão quantitativa aos poucos aumentará, mas também a questão qualitativa acontecerá”, esclarece Diego Abreu.

 

Com formação pedagógica e trabalho de enfoque na iniciação através da simplificação do jogo, o professor José Mário Pereira também é membro da coordenação do Mini-Handebol CBHb, tem o mini-handebol sempre presente no processo ensino-aprendizagem. Para ele, o projeto é uma grande oportunidade de iniciação orientada ao handebol, com foco em atender aos interesses das crianças em desenvolvimento contemplando as características e especificidades da modalidade.

 

Espera-se que o projeto projeto promova uma oportunidade de prática orientada em princípios sócio-educativos que contribua para o pleno desenvolvimento dos praticantes, bem contribua para o desenvolvimento da futura geração de handebolistas”, diz José Mário.

 

Segundo Diego, o projeto destina-se às crianças de 6 a 10 anos de idade, aptas às práticas de atividades esportivas e terão aulas gratuitas com os novos métodos e filosofias. Festivais de Mini-Handebol e possíveis parcerias com universidade, hospitais e clínicas para acompanhamento dos atleta-mirins fazem parte do planejamento. A coordenação preza pela qualidade no projeto por isso, o objetivo é que cada núcleo tenha um número determinado de alunos e criar ou mais locais de prática ou oferecer outros horários caso a demanda seja considerável. Ele ainda explica que estão a busca de apoio de empresas para fazer com que o Mini-Handebol CBHb seja positivamente viável e todos os contribuintes poderão ter a chancela do projeto, porém tendo de passar previamente por análises em diversas esferas.

 

O handebol precisa crescer num todo e o mini handebol tem todo esse poder para mudar as expectativas. Eu acredito muito nesse projeto e vou doar no meu máximo para que tudo corra como estamos planejando: um sucesso”, conclui Lucila Vianna.

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