Indoor

Brasil termina em 12º colocado no Campeonato Mundial Júnior

Publicado em: 25/07/2019 00:00

Por: Patricia.lima

 

[Da Redação] Na tarde desta quinta-feira, 25, a Seleção Brasileira Júnior encerrou sua participação no Campeonato Mundial na Espanha na 12º colocação. Os brasileiros foram superados pelos tricampeões suecos por 30(18):(20)36 numa partida equilibrada tendo os brasileiros uma eficiência de arremessos de 64% e os suecos, de 67%. O jogo foi na cidade de Pontevedra, no Pavillon Municipal de Deportes.

 

O Campeonato Mundial Júnior é realizado desde 1977, na Suécia sendo a antiga União Soviética a primeira campeã. O Brasil estreou no campeonato em 1991, na Grécia, terminando em 15º lugar e, a partir de 1995, na Argentina, passou a participar ininterruptamente.

 

No 22º Campeonato Mundial na Espanha em 2019, o Brasil enfrentou e venceu Portugal por 30:35, foi superado pela Croácia por 29:33, conquistou a segunda vitória sobre o Bahrein por 27:26, manteve o bom rendimento sobre Kosovo por 23:36 e alcançou a classificação ao vencer a Hungria por 25:31. Nas oitavas, num jogo acirrado contra a Noruega, acabou sendo superado em 29:28. Foi para a disputa de 11º e 12º lugares, mas o cansaço bateu e terminou em 12º lugar, pelo placar final de 30:36 para a Suécia.

 

Primeira fase com quatro vitórias e apenas uma derrota, um jogo bem parelho contra a Croácia. Superou nossas expectativas, e chegamos às oitavas de final com grandes chances de passar de fase. O jogo das oitavas contra a Noruega foi um jogo bem parelho, porém pecamos nos detalhes. E na disputa de 11º e 12º, mostrou o cansaço físico da nossa equipe que marca 5:1, que corre bastante e com isso veio a derrota para a Suécia. Mas 12º colocado mostra que foi uma bela campanha para esse time que a cada jogo superou seus limites”, comenta Pedro Pacheco, armador central do E. C. Pinheiros-SP.

 

Para o técnico Ivan Maziero, o Macarrão, apesar do jogo das oitavas de final contra a Noruega que os fizeram disputar o 11º lugar, o saldo da campanha feita no Mundial é positivo. Segundo ele, não foi apenas pelos resultados dos bons jogos e de terem jogado em igualdade, mas de terem formado um grupo que lutou, que se dedicou aos treinos em São Paulo, e que dentro da competição, foram ganhando volume e qualidade. O maior objetivo era ter uma categoria júnior com boas perspectivas, o que foi alcançado.

 

Só temos a agradecer a todos que nos ajudaram. Aos atletas que se dedicaram, que cumperimram com todas as propostas e que fizeram estarmos hoje, numa colocação - não era essa que queríamos, queríamos ir um pouco mais longe - que conseguimos neste momento. Vamos voltar mais fortes ainda e fazer com que esses meninos queiram ainda mais estar na seleção principal e disputando competições”, projeta Macarrão.

 

Caímos num grupo um pouco difícil, mesmo assim, conseguimos ganhar de 3 dos 4 que estavam no nosso grupo, isso foi excelente para nossa classificação. Perdemos para a Suécia, na disputa de 11º e 12º. Um jogo muito intenso da Suécia que também, como o da Noruega, acabamos sofremos um pouco com o 7x6, mas saímos desse Mundial com a cabeça erguida. Essa geração 98/99 no último Mundial ficou em 19º e nesse Mundial acabou ficando em 12º, crescemos 7 posições e isso é muito positivo. Foi uma grande evolução para o handebol brasileiro”, finaliza Guilherme Torriani, ponta esquerda do Taubaté/FAB/UNITAU-SP.

 

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